A vida, nem tão boa nem tão ruim quanto se acredita

​ Não é a primeira vez que o cinema adapta Une Vie, o folhetim de Guy de Maupassant, em seguida publicado como livro em 1883. Houve uma obscura versão finlandesa de 1947 e, depois, em 1958, a de Alexandre Astruc, cineasta, ensaísta e precursor da nouvelle vague. Chega agora a de Stéphane Brizé, com a … Continue lendo A vida, nem tão boa nem tão ruim quanto se acredita